Falta mais um jogo para Brasil e
Argentina - times de vários milhões de dólares
- se cruzarem na semifinal mais cara da história dos Jogos
Olímpicos.
Ronaldinho Gaúcho, transferido do
Barcelona ao Milan por 32 milhões de euros, é por
enquanto o jogador mais caro do torneio olímpico de futebol.
O brasileiro compete, inclusive, com grandes nomes do basquete
americano, como LeBron James ou Kobe Bryan, e com o campeão
de tênis Roger Federer como o astro mais 'valioso' destas
Olimpíadas.
O técnico Dunga tem em sua equipe
de 18 homens mais de dez jogadores que valem mais que 10
milhões de euros. É o caso de Anderson (Manchester
United), Lucas (Liverpool), Rafael Sóbis (Betis Sevilha), e
muitos outros como Alexandre Pato, transferido do Internacional ao
Milan por 21 milhões de euros, Breno, que deixou o
São Paulo pelo Bayern de Munique por 18 milhões de
euros, e até o atacante Jô, que passou do CSKA de
Moscou ao Manchester City por quase 25 milhões de
euros.
O Juventus de Turim quis pagar
aproximadamente a mesma quantia ao Werder Bremen para comprar
Diego, mas os dirigentes alemães recusaram a
oferta.
A seleção da Argentina
também tem seus 'milionários', liderados pelo
atacante do Barcelona Lionel Messi. O clube catalão chegou a
impor uma multa recisória astronômica de 150
milhões de euros para garantir a permanência de seu
jogador.
O jovem Sergio Aguero, do Atletico de
Madrid, é outro exemplo. Comprado ao Independiente argentino
por 20 milhões de euros, sua multa recisória é
atualmente de 55 milhões.
O meia Fernando Gago, ex-Boca Juniors, foi
adquirido pelo Real Madrid por cerca de 20 milhões de euros,
e o volante Ever Banega se juntou ao Valencia por aproximadamente
18 milhões de euros.
No total, a seleção
olímpica argentina pesa cerca de 450 milhões de
euros. O jogador mais barato, o goleiro Sergio Romero, foi
transferido do Racing Club ao holandês AZ Alkmaar por 1,2
milhão de euros.
J.LIMA
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